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janeiro 29, 2005

AMI lança campanha de reciclagem de resíduos informáticos

Ora aqui está uma boa notícia.

E dedutível nos impostos.

Apesar de não ser propriamente uma novidade (já existem alguns locais onde podemos deixar esta "tralha") gostei da forma integrada de pensar o problema:
Reciclar; financiar acções; deduzir nos impostos. Três coelhos numa cajadada só.

P.S Agora falta a nossa parte: isto só funciona se nós mexermos um bocadinho o rabosque e no nosso local de trabalho, na nossa associação (e até no nosso partido, senhores militantes) organizarmos um ponto de recolha.

P.P.S Para os mais complicados: organizar um ponto de recolha é informar a AMI que se quer participar, colocar um "caixote" de recolha e informar as pessoas para deixarem lá o seu lixo.

P.P.P.S Se já telefonou para a linha de ajuda tsunami e gastou uma meia dúzia de períodos, também pode participar, ainda não gastou a sua "quota solidariedade" deste ano...

Publicado por mestre andré às 01:00 PM

janeiro 28, 2005

Faro Capital Nacional da Cultura

Ora aqui está um assunto que eu gostaria de botar faladura...

Dêem uns dias que eu boto...

Publicado por mestre andré às 01:19 AM

Apostas da Tasca

nove dias perguntei quanto é que duraria pacto de não agressão entre o PSD e o PP...

Saiu uma imperial para o senhor da mesa três que acertou!

Publicado por mestre andré às 12:58 AM

E já há muito tempo que não dizia nada...

Santana Santana alega "está montada mega-fraude" em torno das sondagens

Haja pachorra...

Publicado por mestre andré às 12:52 AM

A coerência da cassete

Declarações de Pires de Lima (secretário geral do PP)
Freitas do Amaral, em 2002, foi exigir a maioria absoluta do PSD. Enganou-se. Agora, exige uma maioria absoluta do PS, vai voltar a enganar-se. Daqui a quatro anos, quem sabe, se calhar vai pedir a maioria do Bloco de Esquerda
Declarações de Paulo Portas (Presidente do PP)
O que eu sei é que o professor Freitas do Amaral, em 2002, foi exigir a maioria absoluta do PSD. Enganou-se. Agora, exige uma maioria absoluta do PS, vai voltar a enganar-se. Daqui a quatro anos, quem sabe, se calhar vai pedir a maioria do Bloco de Esquerda"
Declarações de Telmo Correia (Secretário de Estado demitido e mais não sei o quê no PP)
Freitas do Amaral, em 2002, exigiu a maioria absoluta do PSD. Enganou-se. Agora, exige uma maioria absoluta do PS, vai voltar a enganar-se. Daqui a quatro anos, quem sabe, se calhar vai pedir a maioria do Bloco de Esquerda

Porra! Nem o PC faria melhor!

P.S. Depois da arrogância de Paulo Portas no famoso debate com Francisco Louçã, de dedo espetado a ameaçar " -você não me aponte o dedo", desta vez Maria José Nogueira Pinto na Sic Noticias a desancar no Freitas do Mal proscrito para todo o sempre por este PP...
Estes conservadores estão um pouco desvairados não estão?

Publicado por mestre andré às 12:02 AM

janeiro 24, 2005

A segunda morte da 2

Depois de Nuno Morais Sarmento ter destruído o canal dois da RTP, hoje a 2 foi menosprezada outra vez...

Então não é suficientemente boa para transmitir um debate da campanha eleitoral???!!

Quem quer ver um debate na televisão, vê-o, seja em que canal fôr (a não ser que seja no codificado sexyhot, apesar de tudo um bom canal para transmitir esta campanha, tal a pornografia que estamos a assistir).

Ou será para que os privados tenham um produto de grande audiência (ia escrever,de qualidade mas pensei melhor) a baixo custo? E enquanto estamos nisto, vai-se passando algum tempo, aumenta-se a confusão e tomam-se as pessoas por parvas...

Por outro lado Sócrates, abusa do low profile e do damage control, evitando expor-se muito, a ver se lhe sai uma maioria na rifa. Quem quer maioria tem de fazer por ela, e não esperar pelas asneiras dos outros ...

Publicado por mestre andré às 04:30 PM

janeiro 20, 2005

E só falta um mês para acabar...

Santana compara Governo a "incubadora"
Santana compara Governo a "empregado despedido"
Santana compara Governo a «casa apedrejada»

Santana devia era escrever um livro de metáforas e deixar de fazer coisas para as quais já se viu que não tem jeito...

Publicado por mestre andré às 11:42 PM

É a vida, estúpido...

A Vida é Sonho disse Calderon de la Barca e para nos constantemente relembrar isso, existem os contadores de histórias...

Amanhã, sexta feira os Contadores do Levante vão estar no Convento de S. José em Lagoa pelas 21h30 com histórias de aqui e de ali...

Publicado por mestre andré às 07:49 PM

Bush contra a Tirania

Na ultimahora do Público

George W. Bush, reconduzido hoje na presidência dos EUA, prometeu dedicar o seu segundo mandato na Casa Branca à luta pela liberdade e "ao fim da tirania no mundo". A nível interno, Bush garantiu que irá trabalhar para promover a unidade do país, cada vez mais dividido pela guerra no Iraque.

No seu discurso de tomada de posse, Bush nunca se referiu às guerras no Afeganistão ou no Iraque, desencadeadas no seu primeiro mandato, mas fez questão de lembrar os atentados do 11 de Setembro para justificar a necessidade de prosseguir uma política intervencionista.

"Todos os que vivem debaixo de tiranias e sem esperança podem estar certos: os EUA não vão ignorar a vossa opressão, ou desculpar os vosso agressores. Quando vos erguerdes para reclamar liberdade, estaremos ao vosso lado", declarou Bush num discurso em que repetiu 27 vezes a palavra "liberdade".

No final surpreendeu os presentes: "amanhã vou prender-me a mim próprio...o Mundo ficará então muito mais seguro!"

Publicado por mestre andré às 06:20 PM

Faro, a Cultura no início de 2005

Quando no inicio dos anos noventa fui estudar para Lisboa, Faro tinha uma rua com 3 bares, um teatro (Lethes), que só raramente era utilizado (cheguei a fazer um concerto de flauta de alunos do Conservatório para pais babados...) uma sala de cinema (onde o Rocky 4 esteve 6 semanas), um cineclube com sessões com 4 gatos pingados (não obstante a excelente programação), zero companhias de teatro (de vez em quando apanhavamos as tournées pela provincia do Teatro de revista), dois ou três grupos musicais de referência e que faziam as delícias de uma determinada juventude inquieta (os Porks, os Fundos, a Bandanoia e outra ainda que, esclerosado como estou, não me lembro agora do nome) que os iam ouvir ao Barracão no Alto Rodes e ao Waterfront na praia) e toda a gente ia a todos os eventos (eram poucos e havia de aproveitar)

Ao longo dos anos noventa, de cada vez que vinha a Faro, ao fim de semana, um novo bar tinha aberto, o Cineclube ia enchendo, bandas e músicos saiam debaixo das pedras (e até vinham do estrangeiro) e o panorama ia-se alterando.

Hoje temos a ACTA, o Sincera e vários outrs grupos de teatro , um Shopping com cinemas a dar com um pau, um bairro inteiro para ir para os copos (que já teve melhores dias, além de copos já houve muito mais música live, mas nem a maioria dos donos dos bares quer, nem o Vitorino deixa), várias associações culturais muito activas, uma Orquestra, uma Jazzband (que se multiplica por vários pequenos grupos), um cineclube dos melhores do país, e actividades variadas e de reconhecida qualidade.

E ontem, estreou uma nova companhia de teatro (um produto da nossa cidade, mas em Tavira que o Algarve não é só Faro).

Num ano em que a Cultura vai ser tão mal tratada (apesar e principalmente, por causa da Capital da Cultura), vamos ver se com estaremos em 2006....

Publicado por mestre andré às 12:37 PM

janeiro 18, 2005

A campanha

Num sistema em que cada deputado ganho corresponde um deputado perdido noutro partido, sigo com muita atenção o pacto de não agressão assinado pelo PSD e pelo PP. Até quando irá durar?

Será que os politicos deste país conseguem fazer campanha pela positiva?
Esta será a unica razão de intereese para mim nesta campanha...O resto tem sido mais do mesmo...

Publicado por mestre andré às 03:40 PM

Investir no futuro

No Domingo, GW Bush, alertou que a Segurança Social Norte-america esta quase na bancarrota e aconselhou os seus conterraneos a investiem no sector privado (se calhar na Halliburton, umas das empresa mundias com um maior mercado - quantos paises ainda faltam bombardear?)

Isto depois de Bill "o Lewinskiado" Clinton ter deixado os EUA com superavit...

Publicado por mestre andré às 03:35 PM

janeiro 17, 2005

Reflexão

Uma reflexão que não é minha mas que me tirou as palavras da boca...

(já é a segunda vez que preguiçosamente me limito a linkar o Dito Cujo e nem sequer faço um comentário...tenho de me deixar destas coisas se não o gajo chateia-se...)

Publicado por mestre andré às 02:41 AM

janeiro 12, 2005

Viva o Ógarve mó!!

He he!
Belo hino que o ditocujo arranjou...

Agora mais a sério...a seguir com atenção esta ideia do Macário. Até pode ficar bem, mas estas coisas dos hinos fazem-me lembrar regionalismos bacocos...

A não ser que estejamos a falar do hino do United! E aí sim, desde o "À vitória Farense, à vitória..." que o panorama desportivo-musical denota uma qualidade vanguardista post-moderna impressionante...

E quem será o juri? O presidente da CM Loulé (que contratou a Maria Rita) ou José "Capital Nacional da Cultura" Vitorino (que na mesma semana nos brindou com a Micaela)?

Publicado por mestre andré às 04:40 PM

A democratização do Parlamento

Vicente Jorge Silva disse algures (não sei bem onde pois vi nos “ditos” do Público de raspão) que o próximo parlamento será dos mais cinzentos do pós 25 de Abril (até foi mais longe mas não me lembro bem e não quero aldrabar…)

De facto, vendo a saída (por vários motivos) de figuras marcantes da nossa Assembleia e observado as lutas de poleiro, as tricas e os nomes (e especialmente os curriculuns)dos próximos candidatos, temos de concordar com ele…

Mas, não será isto, um sinal do amadurecimento da nossa Democracia (e digo isto com um sorriso amarelo, já explicarei porquê)?

Passo a explicar, fazendo um paralelismo: desde há já alguns anos que ouvimos falar que as nossas escola estão em crise, que os nossos alunos estão piores, que não sabem nada, que não respeitam os professores etc., etc., etc...

De facto, quando nas nossas escola apenas andavam as elites; quando os que tinham ritmos diferentes eram esquecidos e os que tinha diferentes referências culturais eram obliterados; quando apenas a 4 º classe era obrigatória (a 3ª para as raparigas); quando era mais importante decorar os ramais e apeadeiros do nosso Portugal que aprender a pensar, e heresia das heresias, aprender a ser autónomo; quando a nossa sociedade era composta por génios, inteligentes, normais, medíocres e ineducáveis (como hierarquizou Marcello Caetano, ainda era professor na Universidade) e para as médias só contam os “sobreviventes” do sistema”, esquecendo-se dos que saíram fora do comboio em andamento (como fazem os colégios privados colocados em primeiro lugar dos rankings e, infelizmente, já algumas das escolas públicas).

Qua a média dos nosso alunos tenha baixado até posso admitir (o que, como professor, até duvido que hoje, ainda seja verdade, mas como sou moço novo não posso comparar) mas, e a nossa população em geral? Estamos mais “instruídos” (uma palavra que não gosto muito mas que para aqui serve) mais “educados” (outra que dá pano para mangas).

A massificação do ensino da década de 70 levou a que, para poder integrar todos, se “baixasse o grau de exigência” (se os meus profs da faculdade me vissem a escrever estas coisas, com tanto simplismo, tinham-me chumbado umas 4 vezes de seguida, mas não é esta uma conversa científica, é uma conversa de intuições, para os não iniciados nas artes das Ciências da Educação). Assim, em vez de poucos saberem muito e muitos não saberam nada (além das trivialidade a la “Quem quer ser milionário, perguntas até 500 euros”), muitos sabem alguma coisa…E se muitos sabem alguma coisa, mais sabem muita coisa (a teoria da pirâmide).

Em média somos mais “educados” (lá esta está palavra outra vez.)

Há uma maior percentagem da população com a Universidade, com o secundário, com a escolaridade obrigatória (que é quase de 12 anos).

Ou seja, é mais fácil para cada um ter acesso à educação. Qualquer um pode ser doutor…e isto, apesar da carga negativa que tem, em última analise é bom!

Assim poderá ser o que se esta a passar no nosso Parlamento. Qualquer um pode ser deputado. Está assim mais democrático o nosso parlamento, onde o "picheleiro", o "engenheiro", o "doutor" e agora o "boy", o "jota" o "ex jota", o "yesmen", o "professor" e o "empregado bancário" se juntam para fazer funcionar a nossa democracia...

Mas se é uma fase do nosso desenvolvimento, (e aqui explico o sorriso amarelo) deverá ser aquilo que normalmente chamamos a “idade parva”

Publicado por mestre andré às 01:59 PM

janeiro 11, 2005

Nem só de boa vontade vive o mundo...

Eu, que pensava que o principal problema na ajuda humanitária seria dentro de alguns meses, passada a fase de emergência, quando as imagens da catástrofe deixassem os telejornais, depois de se enterrar os mortos e alimentar os vivos, depois de perdoar uma parte da dívida destes países, fosse necessario reconstrui-los. E o meu medo era que essa reconstrução, em vez de ser através de politicas integradas de desenvolvimento e cooperação, fosse feita pelas empresas dos paises que "ajudaram" (como vimos no Iraque) através de chorudos contratos que iriam fazer regressar os níveis da dívida para os valores "normais" e "aceitaveis" (nada como apertar três quartos do mundo pelos tomates para manter o status quo)

Afinal estava errado!

Publicado por mestre andré às 10:01 PM

O regresso de Chaplin

Há mais de vinte anos entrei pela primeira vez numa sessão do Cineclube de Faro. Levava o cartão da minha mãe (para poder entrar de borla) mas como ia sozinho e tinha para aí uns 8 ou nove anos estava um pouco nervoso...(estava habituado a desenrascar-me sózinho, mas mesmo assim...). No entanto queria ir ver o Charlot.

Há mais de vinte anos entrei no Lethes e "papei" um ciclo inteiro de Charlie Chaplin: A Quimera do Ouro, o Grande Ditador, Tempos Modernos...

Desde aí nunca mais deixei de ir ao Cineclube de Faro, apesar de ter sido expulso "só" porque não paguei as quotas durante os 5 anos que estive em Lisboa (fui tótó, até porque podia ter pedido a suspensão do pagamento por estar ausente) Não olhes para mim assim Anabela que já me alistei outra vez e agora tento não me baldar aos pagamentos

Nessa altura, a única sala de cinema era o já extinto S. António, não havia Teatro (o Sincera e a ACTA só aparecerem muito depois), além das digressões que as companhias do Parque Mayer faziam de vez em quando à provincia e a Rua do Crime era uma rua com três ou quatro bares. A situação foi mudando para melhor (às vezes, que quantidade não é sempre sinónimo de qualidade) e o Cineclube passou de sessões onde éramos quatro gatos pingados, até enchentes como a da passada sexta feira onde até houve sessão dupla.

Agora já os filmes não são interrompidos porque se parte a fita ou porque a velhinha máquina de projecção ainda não tinha sido reformada, e agora já se pode ver os filmes do Charlot em filme, verdadeiro, de 35 mm (e não uma projecção de DVD ou VHS).

Agora, como há mais de vinte anos, Charlot, às segundas, no Cineclube de Faro


Publicado por mestre andré às 10:31 AM

janeiro 07, 2005

E quando é que chove?

A água falta pelo nosso Algarve e continuam a construir-se campos de golfe...

Depois dos sol e praia que arruinou muitas das nossas costas, vem agora o golfe?

Eunão sou contra o golfe (como não sou contra as construções) agora que se anda a abusar, anda-se...

Publicado por mestre andré às 01:07 AM

Pois é!!

Faço minhas as palavras do Paulo Querido (este moce é mesme de Fare mó!)

Publicado por mestre andré às 12:25 AM

Solidariedade e Taxa Tobin

No Público de dia 5 vinha a seguinte notícia (desculpem lá não fazer o link mas só vi a noticia na edição impressa e depois recebi por e-mail em formato digital)

Na sequência do maremoto no Índico
Bélgica quer aproveitar solidariedade para introduzir taxa Tobin na UE

O Governo belga quer aproveitar o clima de solidariedade na sequência do
maremoto no Índico para propor a introdução na União Europeia (UE) da taxa
Tobin, um imposto sobre os grandes fluxos financeiros destinado à
cooperação.

Numa entrevista à edição de hoje do diário "De Morgen", o ministro da
Cooperação e Desenvolvimento belga, Armand De Decker, revelou que vai propor
a aplicação do imposto no conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros,
que se reúne na próxima sexta-feira em Bruxelas para analisar as
consequências do sismo na Ásia e as formas de ajuda europeia.

"Em tempos de tranquilidade monetária aplicar-se-ia uma taxa baixa - 0,02
por cento - sobre os câmbios de divisas superiores a dez mil euros e as
receitas obtidas alimentariam um fundo europeu para a cooperação e para o
desenvolvimento", explicou De Decker a este diário flamengo.

De acordo com o mesmo governante belga, a taxa Tobin permitiria granjear
1200 milhões de euros para este fundo europeu.

No dia 2 de Julho do ano passado, a Bélgica tornou-se no primeiro país da
zona euro cujo Parlamento aprovou uma lei que introduz a taxa Tobin, embora
a sua entrada em vigor tivesse ficado condicionada à adopção pelos outros
onze países da moeda única.

O Governo belga quer agora aproveitar o clima de mobilização internacional
na ajuda às vítimas do tsunami para relançar o debate sobre a introdução da
taxa Tobin a nível europeu.

"Trata-se de um instrumento adequado que não afectará de forma directa a
população europeia", afirmou De Decker, que espera contar na sexta-feira com
o apoio de França e da Alemanha.

Segundo o ministro, "não se pode esquecer que há crises noutras regiões do
mundo, como em África, e seria perigoso esquecê-las".

Recorde-se que a Bélgica é o único país que já aprovou a aplicação da taxa Tobin (apesar da ressalva de só a pôr a funcionar quado os outos paises da UE o fizessem)

Publicado por mestre andré às 12:02 AM

janeiro 05, 2005

Depois dos três minutos

Há poucos momentos milhares de pessoas respeitaram 3 minutos de silêncio em honra das vítimas do maremoto. A mim pessoalmente, estes minutos de silêncio dizem pouco (porquê três e não um se é um gesto simbólico? Um por cada x vítimas?), são como as velas em prol da paz, mas são questões que a cada um dizem respeito.

Importa porém referir o número record na ajuda humanitária.

Outa nota positiva foi a entrevista/comentário (eles os "comentadores " já são tantos que uma pessoa já não sabe o que é que estão lá a fazer: ser entrevistado ou a comentar) a Luis Osório diretor da Capital à SIC comentando uma noticia no seu jornal sobre o maremoto que se resumia a uma fotografia (quando as palavras se tornam redundantes...) numa altura que somos atafulhados de soudbytes (agora vêm os casos dramáticos dos que se salvaram) com o único intuito de encher jornais...

Por outro lado, além da desorganização (o que não será de estranhar pois nunca ninguém está preparado numa hecatombe destas, nem o nosso organizado governo demitido), ouvimos falar dos Vampiros do Tsunami como os apelidou o Luis Rainha do BdE.

No entanto, gostaria de chamar a atenção para uma noticia que ouvi na rádio (não me lembro qual) há alguns dias e que passou despercebida: a Índia recusou a ajuda humanitária porque, como estado grande que é, tem a capacidade para ajudar as suas costas afectadas. O seu porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros referiu que a ajuda até seria benvinda se não lhes sai-se caro demais posteriormente...

Depois do negócio da reconstrução do Iraque iremos ver o negócio da reconstrução do sudoeste asiático???

Após esta tragédia, ainda a forma mais eficaz de ajudar neste momento é simplesmente através de donativos para ajudar as missões no terreno.

Aqui vão algumas das contas disponíveis:

Assistência Médica Internacional -
Banco Espírito Santo: nº 015/40000/0006 -
Tranferência bancária para o BES: NIB 000700150040000000672 -
Multibanco: entidade 20909 e referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

Cruz Vermelha
Banco Português de Investimento: NIB 001000001372227000970

UNICEF
Caixa Geral de Depósitos: NIB 003501270002824123054

Caritas
Caixa Geral de Depósitos: NIB 003506970063091793082

Publicado por mestre andré às 10:44 AM

janeiro 02, 2005

Faro 2005

2005 será o ano da Capital da Cultura em Faro?

A ver vamos...aguarda-se o anúncio do programa oficial

Publicado por mestre andré às 11:55 AM