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janeiro 11, 2005
Nem só de boa vontade vive o mundo...
Eu, que pensava que o principal problema na ajuda humanitária seria dentro de alguns meses, passada a fase de emergência, quando as imagens da catástrofe deixassem os telejornais, depois de se enterrar os mortos e alimentar os vivos, depois de perdoar uma parte da dívida destes países, fosse necessario reconstrui-los. E o meu medo era que essa reconstrução, em vez de ser através de politicas integradas de desenvolvimento e cooperação, fosse feita pelas empresas dos paises que "ajudaram" (como vimos no Iraque) através de chorudos contratos que iriam fazer regressar os níveis da dívida para os valores "normais" e "aceitaveis" (nada como apertar três quartos do mundo pelos tomates para manter o status quo)
Afinal estava errado!
Publicado por mestre andré às janeiro 11, 2005 10:01 PM